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justiça na internet vista de outro ângulo
Por: ABUSANDO.INFO - em
26/02/2009 :: Alterado em: 09/03/2009
Importante: antes de acessar o site www.abusando.info ou qualquer outro site na internet altere o servidor DNS da sua maquina para que as suas visitas não sejam grampeadas! Veja como alterar no final desta página. Evite também e-mails porque estão sendo grampeados com o Kit Anti-spam da ONG NIC.br instalado nos provedores. Use de preferência formulários de contato no site destinatário ou anexos como word, pdf ou zip "com senha". Para contatos online sigilosos use de preferência bitwiseim.com, aonde ao contrário do MSN e Skype, tudo é encriptado.
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A Internet é uma enorme rede mundial na qual estão conectadas todas as máquinas
de computadores. Cada conexão (máquina) tem um código próprio e único chamado
de IP (um número semelhante ao telefone). Como fica difícil memorizar números
convencionou-se usar nomes (domínios) simplificando a memorização. Uma maquina
central nos EUA informa a nível mundial qual a maquina central no Brasil que
detém a lista de domínios x IPs no Brasil. (extensão .br).
- O funcionamento é extremamente simples. Alguém (por exemplo) no Japão resolve
enviar um e-mail para alguém no Brasil. O provedor no Japão não sabe onde fica
e consulta a máquina da ONG particular Núcleo de Informação e Coordenação do
Ponto BR - NIC.br que segundo a Receita Federal atua nas atividades de “defesa
de direitos sociais, ligados à cultura e à arte” (Anexo
01) mas que detém o controle da lista domínios x IPs no Brasil e informa
qual o IP do provedor em que está hospedado o domínio. A seguir os contatos
são feitos direto com o IP do provedor.
- Portanto caso algum internauta, advogado ou qualquer empresa brasileira queira
registrar um domínio com extensão “.br” o mesmo deverá obrigatoriamente constar
na listagem desta máquina da NIC.br. É na realidade um monopólio brasileiro
de registros de domínios centralizado em uma ONG.
- A internet no Brasil parece e é de fato é um mundo totalmente independente
da justiça brasileira. As regras criadas pelos empresários que compõe o Comitê
Gestor Internet do Brasil são outros visando o enriquecimento ilícito, o grupo
conseguiu abocanhar cerca de R$ 400 milhões em 13 anos de internet usando a
ONG NIC.br que segundo o estatuto da ONG é composto pelos integrantes do próprio
Comitê Gestor Internet do Brasil - CGI.br que segundo a Justiça Federal sequer
foi criado por lei (Anexo 4).
- Quem quiser ter um domínio ".br" terá que pagar R$ 30,00 ao ano.
Durante 13 anos os atualmente 1,5 milhões de empresas e internautas pagantes
foram obrigados a pagar o que na Argentina é de graça. Durante 10 anos tudo
foi contabilizado como doação de anônimos em nome da Fapesp - Fundação de Amparo
a Pesquisa do Estado de São Paulo, contrariando até o TCE-SP Tribunal de Contas
do Estado de São Paulo. (Anexo 3).
- A Internet é na realidade um mundo jurídico a parte com leis particulares.
exemplo: em vez de "spc ou seproc" usam "congelamento",
em vez de "leilão" usam "processo de liberação", em vez
de "lance" usam "ticket" em vez de "taxas" usam
"retribuição da manutenção" e para a maioria não entender nada em
vez de "provedor" usam a sigla inglesa "ISP". Para confundir
ainda usam palavras como ICANN (um órgão ligado ao Departamento do Comércio
dos EUA) e outras palavras estranhas como TLDs. Exemplificando: ".br"
é a raiz, ".com.br" e ".org.br" são sub-raiz mas nos processos
judiciais o CGI usa TLDs - Top Level Domains" e "nome.com.br"
é um domínio.
- O mais grave é que no Brasil, contrariando o resto do mundo, praticamente
TODOS os e-mails brasileiros estão sob censura prévia. O que é um fato! Mas,
diferentemente do período sombrio da ditadura agora governo, parlamentares,
Polícia Civil, Federal, advogados, deputados, senadores, juízes, jornalistas
e alguns notáveis passaram assim como outros milhões de brasileiros a serem
manipulados por um pseudo grupo de segurança criado pela ONG NIC.br,
o qual bloqueia e-mails indesejados, com base na filtragem por palavras localizados
no conteúdo do e-mail e desta forma podem bloquear TODOS os e-mails que
desejarem em especial alguns com conteúdo de denúncia ou a favor de
obscuros grupos que desejam perpetuar as falcatruas no Brasil.
- O sistema já foi implementado em todos os servidores da Justiça Brasileira,
do governo, dos parlamentares, da polícia e Provedores Nacionais, alegando “filtro
de SPAM” mas que conforme já comprovado nos Servidor da Justiça é usado para
bloquear para que determinadas denúncias não cheguem aos Juízes, Ministério
Público, Promotores de Justiça e outros. Constamos também que mesmo e-mails
particulares de Juízes, advogados, parlamentares em especial os da mídia como
jornais, TV, agencia de notícias etc. hospedado em provedores como Globo, Terra,
Uol, IG e milhares de outros são manipulados e e-mails bloqueados remotamente
pela ONG NIC.br. (Anexo 2).
- O mais grave é que constatamos que ONG NIC.br fica "bisbilhotando"
quem encaminha e-mails à Polícia Federal assim como pode bloquear o que é indesejável
a grupos obscuros e principalmente esta entidades: mj.gov.br, mpf.gov.br, planalto.gov.br,
senado.gov.br, camara.gov.br, oab.org.br, sp.gov.br, pr.gov.br etc. Todos estão
listados, inlcusive praticamente TODOS os provedores no Brasil estão
no Centro de SPAM TQMCube que fica na Georgia USA. Portanto, a ONG NIC.br
sabe quem manda e-mails no Brasil e pode bloqueá-los quando quiser.
(Anexo 2). Todos estes orgãos, assim como TODO o Brasil
incluindo os provedores consultam o TQMCube para ver se se o IP (identificação)
de origem do e-mail enviado é um "spanner" ou não, desta forma a ONG
NIC.br sabe quem envia e-mail a estes orgãos.
Mas não só listaram TODOS os IPs (identificações) dos servidores de e-mails
do Brasil, como também TODOS os IPs dos servidores web. (sites) no TQMCube da
Geórgia USA.
Como funciona isto? Um determinado juiz acessa o site www.abusando.info
e o servidor de DNS (nomes de domínios) da Justiça consulta o TQMCube para ver
se o site contém ou não vírus. Desta forma a ONG NIC.br sabe quem acessou
qual site no Brasil e ainda pode bloquear alegando “falsamente vírus” qualquer
site de denúncias no momento em que quiser e para quem desejar. Mas
isto é feito em especial para Juizes, Senadores, Deputados e Polícia Federal.
Até os IPs do planalto.gov.br estão lá cadastrados!.(Anexo
2)
As três técnicas (rastreamento de e-mails, filtro de palavras no conteúdo do e-mail e captura de sites visitados) todas implantadas pela ONG NIC.br em todo o Brasil permitem interceptar e-mails brasileiros que contenham nomes de movimentos, senadores, deputados, juízes, promotores de justiça e outros.
Para exemplificar digamos que com um grupo chamado (ex.) "adeuspedagio.com.br" a ONG NIC.br sabe quem encaminha e-mails ao movimento, pode rastrear se foram redirecionados a algum deputado, senador ou juiz e ainda podem identificar quem acessa o site. No momento em que acharem oportunos podem bloquear (ou fazer simplesmente sumir os e-mails) e o site ao ser acessado fazer constar falsamente a informação "contém vírus" e ainda levantar todos os acessos de sites de todos os integrantes do movimento "adeuspedagio.com.br".
Ninguém consegue atualmente escapar da censura, nem governadores ou juizes, ao rastreamento ou filtragem de e-mails, mas conseguem escapar do "sites visitados" se alterar o Servidor de DNS nacional por algum dos EUA. Veja no site www.internetprotegida.org.br como trocar o seu DNS para evitar o grampo. Mas ao fazer a mudança de DNSs a UOL alega por e-mail que o speedy funciona mais lento "o que é mentira!". A Telefônica chega a deslocar funcionários para trocar o DNS. Não existe motivo nenhum em usar qualquer outro DNS diferente da do recomendado pelo provedor a não ser que concorde de que todas as suas visitas sejam rastreadas.
Para os governos estaduais conseguirem escapar da censura (controle e bloqueio) nos e-mails e web, é muito difícil. No caso do Rio Grande do Sul a Procergs é ligado ao Sr. Mário Luís Teza que é do Comitê Gestor Internet do Brasil e notório embolsador na ONG NIC.br. No caso de São Paulo o Sr. Mazoni da Serpro é ligado a Procerg e ao Sr. Mário, portando ambos os Estados devem continuar consultando o TQMCube para que a ONG NIC.br possa continuar controlando tudo e todos nestes Estados.
Qualquer internauta, magistrado ou parlamentar pode facilmente comprovar a censura
e bloqueio nos provedores, basta encaminhar dois e-mails a algum amigo e em
um deles escrever no titulo e/ou na mensagem: “www.abusando.info” e solicitar
que retorne ambos. O bloqueio por filtragem pode ocorrer no provedor de origem,
no de destino ou em ambos. O
Kit de filtro anti-spam da ONG NIC.br que bloqueia por palavra, como tudo na
internet, é controlado remotamente pela ONG NIC.br e as palavras filtradas
podem ser alteradas no momento em que quizerem.
Provas? Não são necessárias. Basta qualquer Juiz, Senador, Deputado ou Promotor
de Justiça, indagar ao centro de informática ou até mesmo qualquer internauta
consultar o seu provedor e passar a série de perguntas que estão no arquivo
Anexo 2
"O spam não é, em si, um crime. O que o transforma em
conduta criminosa é o envio de mensagens com o uso de falsificação
e roubo de identidade". Eliot Spitzer- ex-promotor-geral do Estado de Nova
York. Mas no Brasil o Comitê Gestor Internet do Brasil CGI.br/Registro.br/NIC.br/
(são os mesmos: um decide o valor, outro registra e outro embolsa) pretende
usando a bandeira do SPAM legalizar através do Senado o já instalado
"Grampo e Censura na Internet do Brasil"